Estoques - Como podemos entender?

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Na moderna administração em face de uma economia globalizada e de profissionais e gestores empresariais envolvidos na busca de sua sustentabilidade e  viabilidade econômica do empreendimento deve sempre manter um rígido controle de seus estoques, sob pena de sofrer ônus pecuniários.

É comum ouvir dos mais experientes que “o lucro está na fase inicial da compra para revenda”, e esse paradigma nos acompanha nos dias de hoje, com  ameaças de diversas modalidades, quer sejam, inflação, juros elevados, crise econômica, redução de faturamento, deságio, oscilações e volatilidade do mercado.

O controle dos ESTOQUES se faz necessário quando a operação de escambo se realiza e principalmente quando o material é utilizado na prestação de serviços em diversas atividades inclusive de clinicas e similares.
É fato que na prestação de serviços, ou seja, quando é utilizado serviço e aplicação de material, diversas empresas pensam mais na lucratividade dos serviços, omitindo a importância que tem na aplicação do material, talvez por entender que o mais importante na sua atividade é a prestação de serviços, e isso traz consigo um ônus pecuniário indesejável.

Raramente as empresas de prestação de serviços não se preocupam com o uso do material empregado na prestação de serviços, buscando somente antever a precificação de seus serviços, e isso dificulta a segregação do resultado dessa atividade mista, ou seja, emprego de material e prestação de serviços. Se emito uma documentação proba e licita do uso do material empregado na prestação de serviços, pelo custo de aquisição, evito inserir esse preço justado na prestação de serviços, mesmo que o impacto tributário seja o menor possível, mas se emito uma nota fiscal eletrônica com o mesmo custo da aquisição do material aplicado, desonero a emissão da nota fiscal eletrônica de serviço e mantenho um melhor controle interno e elevo a transparência da minha atividade econômica junto à legislação tributária pertinente.

A aquisição de material deve seguir uma política interna e a capacidade do gestor empresarial, que deve entender que a antecipação desse investimento denota recurso e tempo, e esse feito deve ser racionalmente realizado, ou seja, o tempo, a conversão, a armazenagem, a capatazia, a conservação, são fatores no mínimo racionais.

Outra observação é que a aquisição de material no ato da prestação de serviços antecede a realização do citado serviço e isso incide o fator tempo que nessa atividade é onerosa quanto ao hiato temporal do profissional, que se capacita para o exercício do seu labor.

O que ainda hoje preocupa é a capacitação e qualificação desses profissionais envolvidas nessa atividade que ainda não perceberam a real importância do CONTROLE DE ESTOQUES dos materiais, inclusive a CUSTOMIZAÇÃO de cada atividade empregada na prestação de serviços.

É fato que muitos se utilizam de operação de SONEGAÇÃO FISCAL para levar vantagem sobre a política tributária do Brasil, mas isso é lúdico quando consideramos a sua relevância no aspecto social e econômico do país.

Obstante ao fato precocemente e ação embrionária no presente artigo, que visa levantar junto a profissionais e gestores empresariais as observações que possibilitem a maior transparência e principalmente a ações que demonstrem a sociedade e ao FISCO que essa atividade não sonega e sim contribui para uma maior contenção dos agravos sociais na sociedade.

 

Prat - Assessoria Contábil

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