Projeto de pesquisa busca aumentar vida útil de queijos coloniais

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A conservação do queijo colonial foi objeto de um projeto de pesquisa realizado no Câmpus Canoinhas. Como parte das atividades do Ensino Médio Técnico Integrado em Alimentos, um grupo de estudantes investigou formas de ampliar a vida útil do queijo colonial tipo Kochkäse por meio da adição de óleo essencial de pimenta rosa. O projeto foi desenvolvido no ano passado, no complexo de laboratórios de tecnologia de Alimentos.


Orientada pela professora Marli Santos e realizada por Daiana Bianek Kieski, Ernani Wolter Junior, Larissa Leite e Tânia Mara dos Santos, a pesquisa mobilizou contribuições de vários professores e áreas do curso, como a professora Maressa Dolzan.


Segundo os pesquisadores do projeto, o objetivo do trabalho foi estabelecer uma proposta para o processamento do queijo tipo Kochkäse, seguindo os procedimentos adequados para a obtenção de um produto final de qualidade. Visando a elevar a vida útil do queijo, foi adicionado óleo essencial de pimenta rosa como conservante. Em seguida, foi realizada a fase de testes do produto, para avaliação das suas características físico-químicas, microbiológicas e sensoriais. De acordo com o relatório final, a padronização do processo elevou a qualidade higiênico-sanitária e preservou as características sensoriais do queijo tipo Kochkäse.


"Os resultados obtidos no projeto contribuem para o desenvolvimento da região de Canoinhas ao elevar o potencial econômico do leite, produto amplamente produzido na região", explicam os pesquisadores, lembrando que o queijo colonial tipo Kochkäse é amplamente apreciado na região do Planalto Norte catarinense, já que parte da sua população é de descendência alemã.