Porto Itapoá incentiva música por meio de projetos culturais na cidade

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Iniciativas contemplam crianças, jovens e adultos da comunidade

Oferecer condições para que a comunidade de Itapoá tenha mais acesso e contato com a música. Foi com esse objetivo que, há mais de quatro anos, o Porto Itapoá decidiu apoiar projetos musicais, por meio de Lei de incentivo fiscal à cultura, sendo patrocinador integral de algumas iniciativas. “Entendemos que a música ajuda a formar bases sólidas, tanto culturais, quanto de caráter, para crianças e jovens, além de inserir adultos em um ambiente artístico diverso”, avalia Cássio Schreiner, presidente do Porto Itapoá.
O primeiro projeto apoiado via Lei Rouanet foi o Vozes da Babitonga. Com quatro anos de existência, a iniciativa conta com 40 integrantes que tem a partir de 16 anos. “Itapoá estava muito longe de uma realidade de inclusão na música, por isso tivemos a ideia do coral. O Porto Itapoá foi parceiro desde o início e abraçou a ideia. Esta foi uma das primeiras ações deste tipo na cidade e temos certeza de que atividades de formação continuada proporcionam a mudança que queremos ver na nossa sociedade”, conta Helmuth Alfonso Kirinus, gestor cultural proponente do projeto.
Além do Vozes da Babitonga, o terminal apoia o Sementes do Amanhã – coral infantil, que já tem três anos de existência -, o Violão para Todos, que oferece aulas gratuitas para iniciantes -, a Orquestra de Violões, projeto para pessoas que já tocam o instrumento – e a Noite Cultural, iniciativa que está no seu quarto ano e prevê a apresentação dos participantes dos projetos musicais e de convidados, como Orquestra Prelúdio de Joinville, coro Vox Camerata e Cinema e Metais.
Todas as iniciativas são gratuitas para os participantes, realizadas semanalmente na Casa da Cultura de Itapoá. Neste ano, além dos projetos apoiados na cidade, o Porto Itapoá firmou parceria com o Instituto Core de Música, localizado em Joinville, que tem o objetivo de formar musicistas de alto desempenho para integrar orquestras infanto juvenil e jovem.
Para o maestro Sergio Ogawa, a parceria viabiliza projetos culturais, principalmente os de formação musical de base (para crianças e adolescentes). “São esses jovens que irão voltar para as suas casas e escolas e falarão de música e de arte, são eles que formarão plateia com seus familiares e amigos, atuando como excelentes cidadãos, multiplicadores da transformação sócio cultural, que tanto nosso país precisa”, ressalta.
Com isso, oito crianças e adolescentes de Itapoá integram a lista de alunos do instituto. Entre eles está Hellen, 14 anos. A adolescente, moradora do Pontal, escolheu a viola como instrumento. “Ficamos sabendo do projeto em uma reunião da associação. Ela se inscreveu e quando soube que passou ficou super feliz”, conta a mãe Priscila Foggiatto Malheiro.
A pequena Maria Clara, 8 anos, irá tocar viola e deve usar a experiência que tem no coral Sementes do Amanhã para aprimorar seus conhecimentos em música. “Sempre acreditei que a arte, seja ela qual for, pode influenciar de forma muito positiva na formação de cidadãos conscientes e participativos na sociedade. Por isso, incentivo a Maria Clara a dançar, dramatizar e cantar”, relata a mãe Luciana Fernandes Coan. Moradora de Itapema do Norte, ela ficou sabendo da seleção pelas redes sociais do Porto e inscreveu a filha. “Quando soube o resultado chorei. Ela, sem saber o motivo, me perguntou o que estava acontecendo e então eu contei. Ela ficou muito feliz e orgulhosa.”
Os irmãos Leonardo, 13 anos, e Lethícia, 10 anos também passaram na seleção. Para a mãe deles, Giselly Antunes, a oportunidade é única e pode ajudar a moldar o futuro dos filhos. “Eles estão muito empolgados e a família toda ficou muito feliz. O avô deles é músico, por isso, eles já tinham certo contato com a música. Para mim é uma tranquilidade saber que estão estudando algo que pode definir o futuro deles”, diz. Leonardo vai estudar trompa e Lethícia ficou com a flauta doce.

'JB' voltará às bancas no tradicional formato standard

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Empresário Omar Resende Peres é o novo gestor do 'Jornal do Brasil'

 

Publicado desde 2010 apenas na versão digital, o Jornal do Brasil voltará às bancas no seu formato tradicional, standard, no final de fevereiro.

Os planos de revitalização da marca Jornal do Brasil envolvem a reformulação tecnológica do site, com a criação da JB-TV.

O diretor de Redação do Jornal do Brasil será o jornalista Gilberto Menezes Côrtes. Outros grandes nomes do jornalismo carioca e nacional se juntarão à equipe para o retorno do JB ao papel de vanguarda na imprensa brasileira.

Omar Peres tem larga experiência no setor de mídia. Foi dono de uma afiliada da Rede Globo e comandou um jornal em Juiz de Fora.

Obra literária "Réu do Sexo" será lançada amanhã na OAB/RO

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O integrante da Academia Rondoniense de Letras William Haverly Martins estará lançando, nessa sexta-feira, dia 15, às 17h, na Sala da Caixa de Advogados da OAB/RO, sua mais recente produção literária, denominada "Réu do Sexo", com selo da Editora Temática.

O sexo comanda a nomeação de um juiz do Tribunal de Justiça, provoca um homicídio, um suicídio, a destruição de uma família e, por fim, condena um magistrado à aposentadoria compulsória. A trama foi construída como renda de bilros, narrador e personagens se entrelaçando, se movimentando no texto e no contexto da história, o resultado final envolve emocionalmente o leitor - diz o texto de orelha da obra.

O autor estudou Direito na Universidade Federal da Bahia e graduou-se em Letras pela Universidade Federal de Rondônia. É professor, editor e membro da Academia Militar Forte Príncipe da Beira e fundador da Academia Rondoniense de Letras, onde ocupa a cadeira número três, tendo recebido o título de Presidente de Honra daquela entidade. É autor também do romance Capricho do Absurdo: A Morte Prematura da República Socialista do Guaporé. O seu terceiro romance, intitulado "O Último Retirante", está em fase de pré-publicação.

Juiz federal Dimis Braga é o prefaciante do livro "Réu do Sexo"

O juiz federal Dimis da Costa Braga, titular da 5ª Vara, é o autor do prefácio da obra "Réu do Sexo", que será lançada na próxima sexta-feira, dia 15, às 17h, na Sala da Caixa de Advogados da OAB/RO.

"Trata-se da disputa entre juízes da capital por uma vaga do honroso cargo de desembargador. O romance é ambientado na capital do Estado de Rondônia e, portanto, circula em torno da vida de juízes, desembargadores, seus familiares e amigos (e inimigos, claro), do respectivo Tribunal de Justiça, em Porto Velho, no ritmo compassado das amazônicas e calorentas lides jurídicas locais, narrado ao ritmo ora coloquial, ora rebuscado, de alucinante criatividade e picardia do escritor baiano-rondoniense, em sue melhor estilo sarcástico, pleno de jovialidade, atualidade e senso crítico - um narrador à frente do seu tempo e lugar.

As promoções, no seio do Poder Judiciário, deveriam ser precedidas de absoluta seriedade nos motivos que ensejam a escola pelos pares, pautada em numerosa e comprovadas virtude dos postulantes, já que com eles comporão os degraus mais elevados da instituição. E como nos sodalícios da vida real, os motivos que levarão à definição do escolhido não serão os mais nobres.

Desde o primeiro momento, percebe-se no protagonista Dermeval "Paraguaçu" a forradora de personagem redonda, complexa, passável da condição de anti-herói ao inicio, pela prática do mesmo crime pelos quais julga seus semelhantes, à assunção da função de herói, ao fim da trama, ao ponto do autor lhe permitir a condição de narrador em primeira pessoa, para melhor situar suas reflexões pessoais sobre a própria conduta e transformações que vive na trama. Vai de protagonista à antagonista - sem prejuízo de retornar à condição anterior." - escreve Dimis Braga.

Performance artística é confundida com surto

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artista

Performance em praça é confundida com surto e bailarino é levado para atendimento psiquiátrico no RS.

Era para ser uma performance ao ar livre do bailarino Igor Cavalcante Medina dentro da programação do 8º Caxias em Movimento, em Caxias do Sul, no RS. Mas a dança solitária, misto de protesto e arte, foi confundida com um surto psicótico e Medina foi levado à força para o Pronto-Atendimento 24 Horas da cidade . O caso aconteceu no final da manhã de sábado (28), na Praça da Bandeira, no bairro São Pelegrino.

Medina é integrante da Companhia Municipal de Dança e a apresentação "Fim." fazia parte da programação do 8º Caxias em Movimento divulgada pela Prefeitura de Caxias do Sul. No documento, a performance foi descrita como um trabalho que "aborda a violência e põe o corpo em evidência para trazer à tona as diversas formas de brutalidade do cotidiano, sejam elas físicas ou psicológicas". O texto ainda questionava "será que já não somos nada mais além de um mero pedaço de carne incapaz de sentir, incapaz de resistir, incapaz de se rebelar?".

Segundo o diretor da Guarda Municipal, Ivo Rauber, os agentes foram acionados para verificar o que um homem fazia parado na Praça da Bandeira. Ele relata que o atendimento foi liderado pela equipe do Samu, que decidiu pela contenção com o uso de colete e o encaminhamento para uma unidade de saúde. Rauber ressalta que, em nenhum momento, os agentes da Guarda utilizaram a força na abordagem.

— O que chamou a atenção é que ele usava umas roupas da performance e tinha um arame farpado no pescoço. A equipe tentou falar com ele, mas o bailarino ficava mudo. Olhava para o céu, para cima e para baixo. De repente, começou a soltar frases filosóficas, citava a Somália a todo momento. Os guardas entenderam que poderia ter algum problema de saúde e acionaram o Samu — resume o diretor. Após a abordagem na praça, Medina foi conduzido para o Postão.

 

Diário Catarinense
Foto: Diogo Sallaberry / Divulgação

Recital Duo Fávero & Bernardes se apresenta em Itapoá dia 05/11

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duo favaro

Às 10h do próximo dia 5 de novembro, o projeto Concertos Matinais (uma parceria entre a Prefeitura e a Escola de Música Tocando em Frente) traz a Itapoá, o recital Duo Fávero & Bernardes para uma apresentação na Casa da Cultura (Rua VII, esquina com Rua II e III do Loteamento Príncipe).

Depois de muitos anos realizando projetos de difusão da música catarinense, seja através da gravação do DVD e Songbook "Nossos Compositores Pioneiros" e da gravação e divulgação do CD do Quarteto Sambaqui, incluindo apresentações na Alemanha, agora o Duo Fávero & Bernardes tem como foco, melodias afro-brasileiras e composições autorais. No repertório, destaca-se a Suíte Quilombo de Carlos Gomes, Ciclos Nordestinos de Marlos Nobre, Suíte Afro-Brasileira de Celso Machado e o Catumbi, ritmo tipicamente catarinense de antigos escravos que viviam em nosso região.

 

Tribuna de Itapoá - Thiago Gusso