Obra literária "Réu do Sexo" será lançada amanhã na OAB/RO

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O integrante da Academia Rondoniense de Letras William Haverly Martins estará lançando, nessa sexta-feira, dia 15, às 17h, na Sala da Caixa de Advogados da OAB/RO, sua mais recente produção literária, denominada "Réu do Sexo", com selo da Editora Temática.

O sexo comanda a nomeação de um juiz do Tribunal de Justiça, provoca um homicídio, um suicídio, a destruição de uma família e, por fim, condena um magistrado à aposentadoria compulsória. A trama foi construída como renda de bilros, narrador e personagens se entrelaçando, se movimentando no texto e no contexto da história, o resultado final envolve emocionalmente o leitor - diz o texto de orelha da obra.

O autor estudou Direito na Universidade Federal da Bahia e graduou-se em Letras pela Universidade Federal de Rondônia. É professor, editor e membro da Academia Militar Forte Príncipe da Beira e fundador da Academia Rondoniense de Letras, onde ocupa a cadeira número três, tendo recebido o título de Presidente de Honra daquela entidade. É autor também do romance Capricho do Absurdo: A Morte Prematura da República Socialista do Guaporé. O seu terceiro romance, intitulado "O Último Retirante", está em fase de pré-publicação.

Juiz federal Dimis Braga é o prefaciante do livro "Réu do Sexo"

O juiz federal Dimis da Costa Braga, titular da 5ª Vara, é o autor do prefácio da obra "Réu do Sexo", que será lançada na próxima sexta-feira, dia 15, às 17h, na Sala da Caixa de Advogados da OAB/RO.

"Trata-se da disputa entre juízes da capital por uma vaga do honroso cargo de desembargador. O romance é ambientado na capital do Estado de Rondônia e, portanto, circula em torno da vida de juízes, desembargadores, seus familiares e amigos (e inimigos, claro), do respectivo Tribunal de Justiça, em Porto Velho, no ritmo compassado das amazônicas e calorentas lides jurídicas locais, narrado ao ritmo ora coloquial, ora rebuscado, de alucinante criatividade e picardia do escritor baiano-rondoniense, em sue melhor estilo sarcástico, pleno de jovialidade, atualidade e senso crítico - um narrador à frente do seu tempo e lugar.

As promoções, no seio do Poder Judiciário, deveriam ser precedidas de absoluta seriedade nos motivos que ensejam a escola pelos pares, pautada em numerosa e comprovadas virtude dos postulantes, já que com eles comporão os degraus mais elevados da instituição. E como nos sodalícios da vida real, os motivos que levarão à definição do escolhido não serão os mais nobres.

Desde o primeiro momento, percebe-se no protagonista Dermeval "Paraguaçu" a forradora de personagem redonda, complexa, passável da condição de anti-herói ao inicio, pela prática do mesmo crime pelos quais julga seus semelhantes, à assunção da função de herói, ao fim da trama, ao ponto do autor lhe permitir a condição de narrador em primeira pessoa, para melhor situar suas reflexões pessoais sobre a própria conduta e transformações que vive na trama. Vai de protagonista à antagonista - sem prejuízo de retornar à condição anterior." - escreve Dimis Braga.

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