Joinville ganha nova sede dos Institutos Senai de Inovação dia 21

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Implantação dos institutos de inovação em sistemas de manufatura e em processamento a laser é resultado de investimentos de R$ 59,7 milhões.

Os institutos SENAI de Inovação em Sistemas de Manufatura e em Processamento a Laser estão operarando em nova sede, cuja entrega oficial ocorre na próxima quinta-feira, dia 21, em solenidade que contará com a presença dos presidentes da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), Glauco José Côrte, e da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Róbson Braga de Andrade. A instalação dos dois institutos recebeu investimentos de R$ 59,7 milhões, sendo R$ 25 milhões em obras e R$ 34,7 milhões em máquinas e equipamentos, com recursos da FIESC e da CNI, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Além da infraestrutura laboratorial, os Institutos foram concebidos com Laboratório Aberto, salas de aula, salas de pesquisa e salas das indústrias, nas quais as empresas poderão desenvolver os seus projetos de pesquisa. Em 2016, os dois institutos realizaram quase 50 projetos de inovação, totalizando 45 mil horas de consultoria e inovação. Este ano, eles foram credenciados pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) para realizar projetos para a indústria, contando com recursos diferenciados para financiamento.

Com oito mil metros quadrados de área construída, a nova sede está plenamente adequada ao atendimento das necessidades tecnológicas. A obra é dotada, por exemplo, de sistemas que impedem a trepidação dos equipamentos de alta precisão provocada pelo trânsito nas imediações.

O Instituto SENAI de Inovação em Sistemas de Manufatura oferece soluções em modelagem, simulação e manufatura para sistemas que exigem alta precisão produtiva. Sua infraestrutura possui laboratórios de Usinagem Avançada, Microusinagem, Microinjeção e EDM, Medição por Coordenadas e Digitalização, Ensaios Mecânicos, Química Instrumental, Difração de Raio-X, Microscopia Eletrônica e Névoa Salina. Atua no desenvolvimento de processos de usinagem, de máquinas e produtos automáticos e tecnologia de materiais aplicados. Nestes focos de atuação, podem ser desenvolvidos e caracterizados materiais metálicos micro e nanoestruturados através de análises químicas e físicas, além de diversos ensaios mecânicos. Há também o desenvolvimento de novos componentes metalmecânicos através de métodos e materiais inovadores aliados a engenharia reversa e simulação computacional. Os segmentos estratégicos de atendimento são as indústrias aeroespacial, automotiva, de metalmecânica, energia e óleo e gás, entre outros.

O Instituto SENAI de Inovação em Processamento a Laser é o primeiro centro de processamento de materiais a laser da América Latina. Com aplicações em vários setores industriais, o laser tem propriedades diretamente ligadas aos conceitos da manufatura avançada, podendo ser utilizado em múltiplas tarefas. Por isso é uma das tecnologias mais versáteis e em expansão da atualidade. O instituto possui os laboratórios de Manufatura Aditiva (SLM), Deposição de Metais a Laser (LMD – a segunda maior máquina do mundo), Revestimentos, Corte e Solda a Laser e de Texturização de Superfícies.

 

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Seis ideias simples que já estão melhorando a vida das pessoas

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ideias

Além do baixo investimento financeiro, elas promovem, de alguma forma, a melhoria da qualidade de vida na cidade.

Sede não é um problema para os cães que circulam pela Rua Conselheiro Brotero, na zona oeste de São Paulo. Para eles, saciar a necessidade de água está ao alcance de um botão na calçada da Aquarela Pet, em Higienópolis. Pai e filha, os sócios Claudinei e Isabel Moura, de 63 e 32 anos, instalaram um bebedouro no local, antes mesmo da abertura, em março de 2014.

"Tem cachorro que já se acostumou tanto que passa aqui para tomar água mesmo quando não vai na pet shop", conta ele, que teve a ideia com base na própria experiência de levar animais para passear.

Cadeiras no ponto de ônibus
No mesmo bairro, a nove quadras de distância, diariamente cadeiras são dispostas em uma parada de ônibus da Rua Canuto do Val, entre 7 e 22 horas. O hábito surgiu, contudo, há mais de seis anos, quando o comerciante Celso Miranda, de 52 anos, trabalhava no bairro do Ipiranga, na zona sul. Quando trocou o endereço da Tapeçaria Design Águia, resolveu repetir o gesto, voltado especialmente para idosos, grávidas e pessoas com necessidades especiais.

Tanto o bebedouro quanto os assentos são exemplos de pequenas gentilezas urbanas que suavizam a correria dos moradores de São Paulo. Em comum, elas reúnem ideias simples, de baixo investimento financeiro que, de alguma forma, promovem a melhoria da qualidade de vida na cidade.

Café para o próximo
Uma história mais conhecida, que se encaixa no mesmo conceito, é a do vendedor de lanches José Carlos Pedro das Neves, de 57 anos. Há dois anos, seu projeto Café Compartilhado - no qual um cliente pode comprar um crédito de café ou lanche para ser, posteriormente, retirado por um morador de rua - viralizou nas redes sociais depois de ser fotografado por uma estudante de Jornalismo. O post obteve mais de 9,9 mil compartilhamentos.

A repercussão foi tanta que o ambulante começou a receber compradores de diversos cantos da cidade e da Grande São Paulo. No quadro negro em que anotava as doações, chegou a reunir mais de 50 créditos de café, número que hoje gira em uma média de três. Ultimamente, contudo, o maior colaborador costuma ser o próprio "Mister Neves", que faz "doações da casa" quase diariamente, além dos dias em que passa em viadutos do centro para repassar os lanches que não foram vendidos no dia. "Geralmente sobra. Então por que não ajudar?"

Gaúcho de Porto Alegre, vive desde 2008 em São Paulo. Depois de 29 anos trabalhando com tecnologia da informação, resolveu abrir um empreendimento próprio, em 2014. Três meses depois, uma turista mato-grossense sugeriu deixar um café suspenso para o próximo cliente. Neves gostou da ideia e, dias depois, comprou as lousas em que anota as doações e também as compras com destinatário - nas quais uma pessoa deixa um lanche direcionado para outra em específico.


A partir daí, ele começou a se aproximar da população de rua do entorno da Consolação, na República. Hoje, conhece muitos pelo nome. "Alguns passam aqui quase todos os dias. Nunca digo não. Às vezes apenas peço para passarem mais tarde", diz. Segundo ele, as baixas nas doações ocorrem em parte pela crise, que também reduziu suas vendas em geral. Mas a solidariedade continua.

Doação de roupas
Outra gentileza voltada principalmente à população em situação de rua é promovida pela Doceria Pamplona, localizada no bairro Jardim Paulista, na zona oeste paulistana. Do lado de fora do local, desde 2015, o empresário Ricardo Mafra, de 33 anos, instalou uma placa com seis ganchos, roupas de frio, e a seguinte mensagem: "Está com frio? Pegue um. Quer ajudar? Traga um".

Segundo ele, a ideia veio de uma postagem em um site estrangeiro e iria permanecer durante alguns meses, mas acabou perdurando mesmo nas estações quentes. "Chama a atenção, todo mundo vê e facilita tanto para quem doa quanto para quem pega", explica ele, que relata receber de 15 a 30 doações semanais.

Um dos doadores é o analista de mídias sociais Héliton Monteiro, de 35 anos, que conheceu o projeto ao passar no local no caminho para o trabalho. "Achei sustentável. Elimina etapas e deixa a ação mais simples e objetiva", comenta ele, que já participou duas vezes. Já a stylist Manu Carvalho, de 43 anos, diz ter ficado "tocada e emocionada" à primeira vista. "Postei (nas redes sociais) e depois passei lá três vezes e deixei minhas doações penduradas", conta Manu, que nunca chegou a entrar na doceria.

Biblioteca para todos
Enquanto há projetos que focam no alimento e no conforto, há também aqueles voltados para a difusão da cultura, como o Tapera Taperá, mistura de centro cultural e livraria localizado na Galeria Metrópole, no centro de São Paulo. Criado pelo diplomata Antônio Freitas, de 40 anos, o espaço inclui também uma biblioteca com 2.975 livros, grande parte reunida nos 12 anos em que viveu no exterior. "Até brinco que é uma experiência político-cultural", comenta ele, que em quase dois anos já fez 1.217 empréstimos a cerca de 400 usuários cadastrados.

"Tinha muitos livros, alguns ainda novos. Gostaria que eles fossem lidos. Aqui, as pessoas, ao devolver, contam um pouca da experiência, a gente discute, é como se eu lesse de maneira indireta", relata ele. "As pessoas podem ficar com os livros por até três meses. Os livros são emprestados para serem degustados, sem precisar ler correndo", explica.

Segundo ele, a maioria dos frequentadores é de estudantes universitários e moradores do centro, como o professor de História Miguel Tadeu Vicentim, de 52 anos. "Fiquei impactado pelo acervo, com livros de excelente qualidade e difíceis de encontrar, principalmente para empréstimo. O prazo é ótimo, um mês para poder ler com tranquilidade", elogia.

Já a escritora Ana Rüsche nunca retirou um livro do acervo, mas já doou. "Bibliotecas são muito importantes, pois abrem outras possibilidades de leitura que a compra de um livro. Você pode se arriscar mais, pedir sugestões", argumenta a autora de Furiosa.

 

Gazeta do Povo

Udesc Joinville classifica-se para final brasileira da Maratona de Programação

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Uma equipe do Centro de Ciências Tecnológicas (CCT), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Joinville, conquistou o 1º lugar na etapa regional da 22ª Maratona de Programação, realizada no campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em Araranguá, no último sábado, 9. O grupo formado pelos acadêmicos Adilson Jonck, Felipe Ramos e Felipe Weiss competiu com outras 20 equipes do estado e classificou-se para a final brasileira que ocorrerá em Foz do Iguaçu, em 10 e 11 de novembro.

A Udesc Joinville competiu com 11 equipes, totalizando 33 alunos participantes. Conforme o professor Claudio Cesar de Sá, a instituição foi campeã em sua sede pelo terceiro ano consecutivo, conquistando o primeiro e o segundo lugares.

“Parabéns ao Jonck, Weiss e Felipe, que nestes últimos meses deram um bom "sprint" final, e confirmaram um certo favoritismo, algo complicado de fazer. Este é um trabalho de grupo, e as outras dez equipes estão também de parabéns pois se superaram em seus resultados. Com certeza, destas outras dez equipes presentes, teremos equipes muitos fortes para 2018”, afirmou o professor.

 

Assessoria de Comunicação da Udesc Joinville

Udesc Joinville organiza evento internacional de educação em outubro

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colbeduca

O Centro de Ciências Tecnológicas (CCT) juntamente com o Centro de Ciências Humanas e da Educação (Faed) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e a Universidade do Minho, em Portugual, está organizando o 3° Colóquio Luso-Brasileiro de Educação (Colbeduca). O evento será realizado na Faed, em Florianópolis, em 17 e 18 de outubro.

Com o tema: "Desafios contemporâneos da Educação Escolar: diálogos sobre currículo, ensino e tecnologias", o evento internacional tem o objetivo de discutir temas de educação no contexto das pesquisas e práticas desenvolvidas em Portugal e no Brasil.

O Colóquio contará com palestras, mesas-redondas de discussão com pesquisadores das áreas temáticas do evento e apresentações de trabalhos científicos com os temas: Desenvolvimento Curricular, Educação Matemática e Tecnologia Educacional. A submissão dos trabalhos pode ser feita até 22 de setembro, em www.colbeduca.wixsite.com/colbeduca

O evento deste ano será preparatório para a edição que acontecerá em Portugal, em 5 e 6 de fevereiro de 2018. Todos os inscritos serão convidados a participar do evento no próximo ano.

Mais informações pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

 

Udesc Joinville

Projeto Surdofoto ensina fotografia para deficientes auditivos

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A primeira turma do projeto Surdofoto: diálogo instantâneo entre alunos e professor.

 

Conheça o projeto Surdofoto, que se dedica ao ensino da fotografia para deficientes auditivos por meio da língua brasileira de sinais (Libras).


Tudo começou quando o professor Cristiano Carvalho foi abordado por uma jovem artista ao fim de um curso de fotografia em 2011. Elise Milani, surda, propôs o ensino dessa arte para deficientes auditivos. “Esse foi o meu primeiro contato com a comunidade surda. Elise passou a trabalhar comigo como auxiliar e, com o tempo, fui aprendendo a língua brasileira de sinais (Libras)”, relata o professor. Foram diversas turmas informais de fotografia atendidas dentro da Pastoral do Surdo, na 914 Sul.

Entre emoções e aprendizados, Cristiano fundou o projeto Surdofoto um ano depois, ministrado na Associação de Pais e Amigos de Deficientes Auditivos (Apada). “Em 2012, surgiu o interesse de criar um projeto definitivo. Foi quando me juntei à mestre em linguística e educadora de surdos Isabela Gurgel e à cineasta brasiliense Madalena Schnabel para criarmos o projeto Surdofoto”, explica.

 

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O curso funciona com programação anual e tem capacidade para duas turmas de 20 alunos.

 

Hoje, aos 32 anos, Elise trabalha em uma empresa pública como auxiliar administrativo, mas investe em trabalhos fotográficos autorais. Uma das vantagens do Surdofoto, segundo Elise, é o diálogo instantâneo entre aluno e professor pelos sinais, em Libras. “Libras é a nossa língua. Não precisa de intérprete ou intermediário. Isso ajuda a entender o conteúdo com maior rapidez.”

Ex-aluna e, agora fotógrafa, Celyse Sasse, 26, faz pós-graduação em ortodontia e comenta sobre o que a iniciativa de Elise e de Cristiano significa. “O Surdofoto representa a minha mais perfeita identidade. Esse projeto me traz segurança. É uma experiência de convívio que expressa nosso cotidiano, como enxergamos o mundo. Nós, surdos, não conseguimos extrair dos sons os sentimentos e as emoções.”

O curso funciona com programação anual e tem capacidade para duas turmas de 20 alunos. Os professores são voluntários. Os parceiros fornecem a infraestrutura para a ministração dos conteúdos, além de oficinas de fotografia gratuitas para a comunidade surda.

Os objetivos ultrapassam a simples relação de manusear uma câmera. Por meio dos instantes clicados, o projeto oferece um modo de expressão e proporciona oportunidades aos surdos de conhecer e participar das artes. “Os resultados são imagens que retratam os sentimentos de quem vive no silêncio”, comenta Cristiano.


Foco

O clique fixa um momento singular. A visão é o sentido mais aguçado dos deficientes auditivos. Os alunos — concentrados — experimentam as diversas possibilidades de cada momento eternizado. “Expressamos-nos pelo olhar, e a fotografia consegue captar os momentos mais significativos de nossos sentimentos. Conseguimos demonstrar como vemos o mundo ao nosso redor e não apenas registrar o momento inesperado de forma simples”, esclarece Celyse.

Silêncio. As mãos do professor falam. Ensina-se os aspectos básicos da fotografia. Como se fossem versos, escrevem com a luz aquilo que enxergam. “Eu gosto de usar o termo ‘poesia visual’ para meu trabalho. Gosto quando as pessoas olham as imagens que faço e ficam pensando. Quero que eles vejam e reflitam sobre as minhas fotos e sobre o que elas ‘falam’”, destaca a poeta-fotógrafa Celyse.

Percalços

Apesar de todo esforço investido, o projeto passa por dificuldades. O professor Cristiano não esconde: “Estamos no momento sem apoio de governos. Os estudantes, em sua maioria, são de baixa renda. Além disso, os alunos que optam por se profissionalizar têm a dificuldade de adquirir equipamentos para dar continuidade ao trabalho com fotografia.”

A maior adversidade apontada pelo professor, no curso básico de fotografia, é a falta de material profissional. Há quatro máquinas fotográficas disponíveis para um total de 20 alunos por turma. “Nosso maior desafio é adquirir mais equipamentos para poder dar aula prática aos meninos. Uma máquina para cada dois alunos seria o ideal.”

A arte não se limita a questões físicas. Apesar disso, Celyse Sasse relata ao Correio que ainda existe preconceito quando descobrem que ela é surda. “Só porque somos surdos, será que não somos capazes? Só porque não escutamos, não somos capazes de sentirmos o momento?”, indaga. Ela também não esconde o desejo de seguir carreira fotográfica e desabafa: “Quando alguém admira meus trabalhos, mas descobre a minha condição, fica com o pé atrás, não acredita na minha capacidade ou até pensa que a foto é montagem”, conclui.

* Estagiário sob supervisão de José Carlos Vieira

Exposição

Fotógrafo, detentor do prestigiado prêmio World Press Photo, em 2000, Olivier Boëls dará início ao projeto Vozes da alma. Com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), a iniciativa se destina exclusivamente para surdos que queiram mergulhar no universo da fotografia. Os estudantes terão 30 encontros com aulas teóricas e práticas. O projeto é assinado por Nísia Sacco e Boëls em parceria com Surdofoto e Ashram Photo. Vozes da Alma culminará em uma exposição que acontecerá em junho de 2018, no Museu Nacional da República. Interessados em participar do
projeto deverão enviar e-mail para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou mensagem para o número (61) 98180-4044.

Acessibilidade

Elise Sasse percebe mudanças com a preocupação e conscientização de algumas instituições a respeito da acessibilidade, como o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). “Antes não havia quase nada para surdos. Os artistas (e as instituições) estão percebendo e começando a colocar intérpretes em suas exposições na cidade. Isso é muito bom. O CCBB é exemplo disso”. O CCBB oferece de forma gratuita visitas às exposições mediadas em libras, mediante agendamento prévio. Os dias disponíveis são de quinta a sábado, das 9h às 16h. Telefones para agendamento: (61) 3108-7623 e 3108-7624.

Participe

Os interessados em fazer parte do Surdofoto devem enviar mensagem para o e-mail da coordenadora O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . Para doações, contactar o professor Cristiano Carvalho (61) 98116-2528. Página do Surdofoto no Facebook: www.facebook.com/surdofotoclube.

 

Rodrigo Barreto*

Correio Braziliense