Porto, particulares e Garuva mexem no trevo

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A Prefeitura de Garuva, juntamente com o Porto Itapoá e outras empresas ligadas à retro-área logístico-portuária estão trabalhando desde janeiro deste ano num projeto executivo para solucionar o problema originário no trevo de intersecção da rodovia SC 417 e o Contorno de Garuva.

A liberação total da obra, de responsabilidade do Governo do Estado, depende, além da adequação do referido trevo, da iluminação no trevo e viaduto de acesso à BR 101, assunto este já em andamento pela Prefeitura de Garuva, que garantiu junto à Secretaria de Estado da Infraestrutura (SEINFRA) e à CELESC a resolução da questão.

O ponto mais crítico seria a intersecção do trevo, na região do Palmital, onde em parceria com o Porto Itapoá e outras empresas que estão investindo na região, foi viabilizado o projeto que prevê a adequação da obra. O prefeito de Garuva se reuniu nesta semana com o Secretário de Estado de Infraestrutura para apresentar a alternativa que teve boa aceitação pela SEINFRA.

Após a aprovação final do Projeto Executivo do trevo, a execução será realizada pelo departamento de obras da Prefeitura de Garuva, em modalidade de parceria público privada com o Porto Itapoá, que se responsabilizou pela maior parte do investimento.

A parceria público privada em Garuva é uma tendência que vem trazendo resultados positivos à municipalidade. A estratégia do município se baseia na atração de investimentos privados, sem elevação da carga tributária, e trabalhando com programas específicos de desenvolvimento econômico voltado à geração de emprego e movimentação da economia através de novos investimentos.

Além de contribuir com a economia da cidade, a relação constituída a partir dessas parcerias garantem que o Município trabalhe de forma a solucionar as dificuldades estruturais – como no caso do referido trevo – com trabalho em conjunto, fazendo com que as empresas se tornem aliadas nas políticas públicas municipais cujo o interesse maior é gerar desenvolvimento e qualidade de vida para toda a comunidade.

Comunicação Corporativa – PORTO ITAPOÁ

Itapoá tem a oportunidade de voltar a crescer

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Presidente da Câmara deve, finalmente, cumprir a ordem judicial e empossar o vice-prefeito no cargo maior. Enquanto isso, os munícipes apostam na renúncia coletiva do secretariado e comissionados para que o novo prefeito possa montar sua equipe com competência, tranquilidade e critérios técnicos

 

O presidente da Câmara Municipal de Itapoá, Sargento Stoklosa, deve, na sessão desta segunda-feira, empossar o novo prefeito de Itapoá, cumprindo determinação da Justiça Federal. A ordem de destituir Marlon Neuber, datada do início de dezembro de 2017, caso seja cumprida, transferirá o cargo de prefeito municipal ao vice Carlos Henrique Nóbrega, que nada tem a ver com a cassação do mandato de Marlon Neuber eis que o motivo não foi eleitoral e sim consequência de seus atos quando ainda pertencente ao quadro do prefeito Ervino Sperandio, quando, juntos  com a comissão de licitação da época, acabaram envolvidos e consequentemente condenados a ressarcir o erário público por compra superfaturada de uma ambulância, com dinheiro federal, o que é crime federal, e agora foram responsabilizados sem nenhuma hipótese de recorrer na justiça sobre a decisão.

Com a posse de Carlos Henrique, Itapoá deve tomar rumo diferente do que vinha acontecendo. Ao contrário do que prometera em campanha, Marlon Neuber aumentou o número de comissionados, criou secretaria para abrigar seus apadrinhados políticos, e se envolveu em várias polêmicas como a criação de um pedágio municipal, transporte de estudantes, dentre outras. Carlos Henrique Nóbrega,  que uma eleição antes perdeu a eleição para Sérgio Aguiar por poucos votos, tem agora o caminho livre para implantar as suas políticas principalmente no que diz respeito ao seu antigo plano de governo, que havia sido abandonado para cumprir seu acordo político com Neuber e, agora, pode executar as suas premissas já que Neuber deve ficar inelegível por oito anos e não pode ocupar nenhum tipo de cargo público.

 

Rei posto, rei morto

E as "viúvas" de Marlon Neuber? O melhor caminho para que a cidade volte a se movimentar seria a renúncia coletiva do secretariado e de todos os cargos em comissão, para que o novo prefeito tenha a oportunidade de montar a sua equipe já que agora a caneta é sua.  E o momento exige mudanças: a cidade está praticamente parada desde que o prefeito assumiu: a construção civil em baixa, comércio falido, poucas negociações de imóveis (tendo em vista a política implementada por Neuber que literalmente boicota a construção de imóveis),  enquanto há dinheiro em caixa para aplicação nas reais necessidades coletivas.

"O prefeito praticava ecologia em cima dos lotes privados", disse um investidor à GAZETA, referindo-se a "trava" na construção civil que ajudou a colocar Itapoá em crise.  Esperamos que a cidade respire novos ares com as mudanças políticas e que o novo prefeito seja feliz na construção de sua equipe, privilegiando técnicos e não políticos e que coloque a Itapoá que queremos rumo ao futuro. Afinal de contas, como arquiteto e urbanista, e com o apoio de sua esposa altamente capacitada, Carlos Henrique Nóbrega pode entrar para a história como o homem das mudanças que tanto precisamos. 

Operação Sanguessuga tira Marlon Neuber da prefeitura

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Prefeito de Itapoá deve entregar o cargo após ser notificado da sentença em segundo grau transitada em julgado na Justiça Federal. Vice Carlos Henrique Nóbrega vai assumir mas o imbróglio jurídico vai mais longe: a cidade pode ter novas eleições caso seja este o entendimento. Já Marlon, juntamente com outros réus, ainda deverão indenizar o erário em milhares de reais conforme sentença prolatada pela Justiça Federal. 

A ação civil pública foi proposta pela união em2002 e em face de várias pessoas. Na época, Ervino Sperandio era prefeito e Marlon Neuber chefe de gabinete. O objeto da ação era a compra de ambulâncias de modo fraudulento com recursos federais, de acordo com os autos do processo. A condenação veio e agora está em fase de execução de sentença, não cabendo mais remédio jurídico que modifique a decisão.

Resumindo o caso: o prefeito deve entregar o cargo e, juntamente com os demais condenados, ressarcir os cofres públicos no montante determinado pela justiça. O presidente da Câmara foi intimado pela Justiça a cumprir a decisão, mas não prosseguiu com o feito. Agora, vem a execução da sentença e responsabilização pelos seus atos também,  já que decisão judicial não se discute, se cumpre. E, segundo apurou a GAZETA, a Câmara de Itapoá foi notificada no dia 6 de dezembro e não levou adiante o cumprimento da decisão judicial.

 

 DA CONDENAÇÃO
Após os trâmites processuais restaram as seguintes condenações:
1) Ressarcimento de danos: foram condenados os réus ERVINO SPERANDIO, MARLON ROBERTO NEUBER, LUIZ ANTÔNIO TREVISAN VEDOIN,
DARCI JOSÉ VEDOIN e MARIA LEODIR DE JESUS LARA a ressarcir os danos causados ao erário;
2) Multas a servidores públicos: foram condenados os réus ERVINO SPERANDIO e MARLON ROBERTO NEUBER ao pagamento de multas equivalente a duas vezes o valor da remuneração à época percebida;
3) Multa a demais réus: LUIZ ANTÔNIO TREVISAN VEDOIN, DARCI JOSÉ VEDOIN e MARIA LEODIR DE JESUS LARA foram condenados ao pagamento de multa de duas vezes o valor superfaturado apontado nos autos;
3) Perda da função pública dos servidores públicos condenados.
4) Proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual sejam sócios majoritários, pelo prazo de cinco anos.

 

 

Condenado Ressarcimento (solidário) Multas Honorários

Ervino Sperandio R$ 169.582,34 R$ 25.663,96 R$ 4.546,80

Marlon Roberto Neuber R$ 169.582,34 R$ 9.207,72 R$ 4.546,80

Darci José Vedoin R$ 169.582,34 R$ 339.164,682 R$ 4.546,80

Luiz Antônio Trevisan Vedoin R$ 169.582,34 R$ 339.164,683 R$ 4.546,80

Maria Leodir de Jesus Lara R$ 169.582,34 R$ 339.164,684 R$ 4.546,80

 

O advogado da União pediu ainda na execução do cumprimento de sentença  a determinação de afastamento de Marlon Neuber do cargo de Prefeito Municipal de Itapoá e a inscrição dos condenados no Cadastro Nacional de Condenações Cíveis por Ato de Improbidade Administrativa e Inelegibilidade.

 

Carlos Henrique Nóbrega deve assumir na próxima segunda-feira

 

O presidente da Câmara de Itapoá deve transmitir o cargo do prefeito ao vice na próxima reunião da Câmara, na segunda-feira. Por força de decisão judicial e cautela, este é o caminho que o presidente deve seguir, já que, caso não o faça, pode até ser preso por descumprimento de decisão judicial.

Várias correntes entraram em ação: umas defendem que o vice não foi votado e por isso novas eleições devem ser convocadas (de acordo com a regra atual, com menos da metade do mandato caberiam eleições). Já outra corrente acredita que o prefeito deve ser o atual presidente da Câmara e outra ainda defende a permanência do vice. A reunião de segunda-feira do legislativo promete.

 

ENTENDA A OPERAÇÃO SANGUESSUGA

 

Edson Sardinha

A Operação Sanguessuga foi deflagrada pela Polícia Federal em 4 de maio de 2006. Na ocasião, 48 pessoas foram presas e 53 mandados de busca e apreensão cumpridos. Todos respondem aos processos em liberdade. De acordo com estimativas feitas à época, o grupo movimentou R$ 110 milhões.

De acordo com auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Departamento Nacional de Auditoria do Ministério da Saúde (Denasus), a máfia das ambulâncias causou um prejuízo de pelo menos R$ 15,5 milhões aos cofres públicos. Para os auditores, houve superfaturamento em 70% dos convênios analisados.

Segundo as investigações, o grupo liderado pelos empresários Luiz Antônio Vedoin e Darci Vedoin, donos da Planam, pagava propina a parlamentares em troca de emendas destinadas à compra de ambulâncias e materiais hospitalares. Ainda de acordo com a denúncia, um grupo de parlamentares viabilizava a aprovação das emendas e intercedia nas prefeituras para direcionar as licitações para as empresas da família Vedoin vencerem as disputas. Os pagamentos eram feitos muitas vezes por meio de intermediários para dificultar a identificação dos envolvidos.

No Congresso, a operação policial resultou na abertura de uma CPI mista, formada por deputados e senadores. A CPI das Ambulâncias, ou dos Sanguessugas, pediu o indiciamento de 72 parlamentares, sendo três senadores. Mas nenhum foi cassado. Entretanto, em outubro de 2006, cinco deputados se reelegeram. Dois senadores continuaram com o mandato, que estava na metade.

No Judiciário, foram abertas centenas de ações criminais e de improbidade administrativa contra a família Vedoin, prefeitos e parlamentares. Os procedimentos foram fruto da investigação da Procuradoria Geral da República (PGR) e da Polícia Federal.

 

Porto Itapoá cresceu 25% nas importações e 10% nas exportações em 2017

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Números confirmam a expectativa positiva para 2018, quando o Terminal terá capacidade para movimentação de 1,2 milhão de TEUs

O ano de 2017 foi positivo para o Porto Itapoá, com um acréscimo de 10% em sua movimentação total em comparação a 2016, incluindo exportações, importações, cabotagem, transbordos e movimentação de contêineres vazios. Ao longo dos 12 meses do ano passado foram movimentados no terminal 612 mil TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés), contra 558 mil TEUs de 2016.

A previsão para 2018 é que o Porto movimente 750 mil TEUs, um avanço de 22% em relação ao ano passado. O destaque de 2017 ficou para o aumento das movimentações de longo curso – exportações e importações -, com um avanço de 16,21% no total, o que significa 47 mil TEUs a mais do que em 2016, chegando aos 337 mil TEUs.

Isoladamente, as importações saltaram de 116 mil TEUs para 145 mil TEUs, um incremento de 25%. As exportações, por sua vez, registraram aumento de 10,34%, de 174 mil TEUs em 2016 para 192 mil TEUs em 2017.

Em novembro de 2017 já havia uma sinalização positiva das operações em Itapoá, quando se observou um salto na participação do mercado de movimentação de contêineres no Estado de Santa Catarina de 30,8% (outubro/2017) para 35,3% (novembro/2017).

Esta participação veio em ritmo progressivo e gradual mês a mês, consolidada de forma expressiva no final do ano, quando se confirmou que a cada três contêineres movimentados em Santa Catarina um passa pelo Porto Itapoá. Quando se contempla ainda o Estado do Paraná, a participação que era de 20,7% (outubro/2017) passa a ser de 23,3% (novembro/2017), quase um quarto da movimentação dos dois Estados.

Diretor Comercial de Itapoá, Roberto Pandolfo avalia que o aumento do volume que o Porto vem apresentando é resultado do atendimento e dos serviços diferenciados prestados ao cliente, com foco na excelência operacional somada ao relacionamento mais próximo e personalizado.

“O cliente percebe quando o Porto que ele escolheu agrega valor para seus produtos. É uma série de compromissos envolvidos, desde o entendimento do processo industrial do cliente até a configuração do Terminal para solucionar sua demanda, com a maior agilidade e segurança possíveis.”

A confiança do mercado foi expressada na última pesquisa de Satisfação do Cliente, realizada pelo IBRC (Instituto Brasileiro de Relacionamento com o Cliente), que apontou um índice de 92% de satisfação e um índice de recomendação da marca/serviço de 76 NPS, comparável a grandes marcas internacionais.

“Esse resultado é o reflexo do trabalho desenvolvido pelos colaboradores do Porto Itapoá ao longo desses seis anos de operação, em contato direto com nossos clientes, aos quais agradecemos a parceria de sempre”, complementa Pandolfo.

Expansão do Terminal
O Porto Itapoá iniciou suas operações em junho de 2011 com uma infraestrutura capaz de movimentar 500 mil TEUs por ano. Desde 2013, esta capacidade já vinha sendo superada e, para atender à demanda cada vez maior do mercado, o terminal deu início ao seu processo de ampliação naquele mesmo ano. Em outubro de 2016, depois da obtenção de todas as licenças, as primeiras obras tiveram início.

Em dezembro passado, foi concluída fase importante da primeira etapa dessa ampliação, com a finalização da obra de engenharia de uma área de 60 mil m², que será acrescida ao seu pátio de manobras.

Até maio, outros 40 mil m² serão acrescidos ao pátio, que assim passará a ter 210 mil m². Também até maio, está prevista a conclusão da obra de extensão do píer de atracação, que passará dos atuais 630 metros para 800 metros.

Com essas obras, que estão sob a responsabilidade da construtora Piacentini Tecenge do Brasil (Piatec), estará concluída a primeira etapa do projeto de expansão, permitindo ao terminal aumentar a sua capacidade de movimentação para 1,2 milhão de TEUs/ano – o que acontecerá ainda em 2018.

Presidente fala de novo cenário
Presidente do Porto Itapoá, Cássio Schreiner ressalta que, nesses seis anos de operação, o Terminal apresentou números muito positivos e, mesmo quando o cenário político e econômico foi desfavorável, o empreendimento proporcionou diferenciais aos clientes, criando uma relação de confiança e se consolidando entre os maiores terminais de contêineres do País.

“O Porto Itapoá sempre buscou o crescimento sustentável de suas operações, focando no cliente e trazendo segurança também aos seus investidores. Essa equação deu garantias ao negócio. Iniciamos uma obra de expansão, mesmo em um momento de crise, já que havíamos alcançado uma movimentação recorde de mais de 600 mil TEUs em 2017″, afirma.

Cássio Schreiner acredita que a retomada da atividade industrial e do crescimento econômico criarão demandas ainda maiores por serviços portuários: “Sabemos do desafio, mas também acreditamos que a estratégia e o esforço até aqui deixaram o Terminal preparado para conquistar esse e outros objetivos”.

Ano novo, velhos problemas

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Itapoá continua parada no tempo e os problemas se agravam: água suja nas torneiras, saúde um caos e segurança inexistente

 

O ano de 2018 mal começou e o que vemos na cidade de Itapoá é uma repetição de problemas antigos, sem nenhuma esperança de melhoras a curto prazo. Apesar da concessionária ter sequer inaugurado a estação de tratamento de água, a impressão que temos é que a água que vai para as torneiras não passa por nenhuma espécie de tratamento. Ontem, leitores da GAZETA reclamavam da coloração escura da água e disseram que parece estar sendo captada diretamente do rio. 

Na segurança pública, outro caos: a falta de efetivo faz com que os atuais policiais lotados na cidade tenham que se desdobrar para realizar o policiamento preventivo. Na polícia civil, o problema é cada vez maior pois não há efetivo humano que consiga acompanhar o crescimento da cidade e os problemas por ele causados. Para desvendar crimes, somente contando com o apoio da população através de denúncias ou com a sorte, o que desanima qualquer policial em atividade.

Ficar doente ou sofrer um acidente, melhor não porque não há atendimento nos postos de saúde à altura da população que paga impostos.  Neste 2018, com o Sistema Único de Saúde passando a ser administrado pelos municipios em grande parte, a tendência é piorar ainda mais pois não haverá controle sobre as verbas repassadas para as cidades - ficando a encargo das Cãmaras Municipais o controle do dinheiro enviado. Tomara que os vereadores cumpram a sua missão e cobrem do executivo a transparência necessária para que o dinheiro seja controlado conforme é necessário.

Outra polêmica causada na cidade diz respeito a câmeras instaladas em três pontos - as três únicas saídas e entradas da cidade. Nas redes sociais , a população se bate para tentar adivinhar qual a razão da instalação de possíveis radares nos locais citados. Na verdade, estas câmeras são cobradas há muito tempo pelo povo de Itapoá pois é uma forma de monitorar a cidade e também possibilitar aos policiais militares um melhor controle de quem entra e sai em Itapoá.

Que 2018 seja um ano de transformações para nossa cidade.