Porto Itapoá lança plataforma de compartilhamento de projetos socioambientais

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Inovação e transparência marcam ação do Terminal que completa 8 anos de operação

Na semana que comemora seus oito anos de operação, o Porto Itapoá lançou uma nova plataforma de compartilhamento de informações dos seus projetos socioambientais. Disponível em www.portoitapoa.com/socioambiental esta é mais uma ação desenvolvida sob a ótica da inovação e transformação social, conceitos cada vez mais evidentes no relacionamento da empresa com seus stakeholders. A plataforma permite uma navegação profunda por quatro programas desenvolvidos pelo empreendimento. Outras atividades socioambientais encontram-se em desenvolvimento e logo também estarão disponíveis para consulta e acompanhamento.

Antes mesmo do início das, a preocupação com o meio ambiente e compromisso com as pessoas nortearam as ações do Terminal. A partir de 2013, com o projeto de ampliação, expandiu também a estrutura do planejamento estratégico da empresa visando, além da geração de valor econômico, a geração de valor ambiental e social como resultado corporativo.

O lançamento dessa plataforma é a materialização desse conceito. O objetivo é apresentar as ações e resultados de forma transparente, didática e objetiva. Dados científicos são compilados em um layout amigável somando elementos de cartografia, imagens e gráficos, de forma a transmitir da melhor forma possível a dedicação do Porto Itapoá aos temas socioambientais.

Conheça os 4 programas já disponíveis na plataforma digital:

Monitoramento da Pesca Artesanal

Neste programa o objetivo é coletar e integrar dados de embarcações, arte de pesca, petrechos utilizados, espécies capturadas, produção total desembarcada, rendimento e custos, locais de pesca, horas trabalhadas, tempo de deslocamento, número de pescadores a bordo, entre outros. Com essas informações é possível acompanhar a produção pesqueira na região, bem como sua integração com a comunidade e a rotina laboral da atividade.

Monitoramento da Qualidade Do Ar

É realizado o monitoramento da qualidade do ar a partir da instalação de equipamentos móveis chamados de "amostradores de gases". Eles são capazes de monitorar e analisar os poluentes atmosféricos. A partir das medições se estabelece o índice de qualidade do ar (IQA) na região.

Monitoramento do Tráfego de Veículos de Carga

O controle do tráfego exige um sistema de planejamento e gestão aprimorada que atenda a necessidade local e a alta demanda logística do Porto Itapoá. O programa compreende ações realizadas para o acompanhamento e ordenamento do tráfego no sistema viário, acompanhamento de obras de infraestrutura, sensibilização e educação no trânsito.

Itapoá Sempre Verde

Este programa desenvolve a produção de mudas florestais nativas da região para atividades de Educação Socioambiental. O viveiro florestal mantido pelo Porto também proporciona à comunidade em geral o acesso à mudas destas espécies nativas, seja para recomposição da flora ou para ornamentação doméstica e pública.

Portos privados ganham Comitê de Sustentabilidade

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Práticas sustentáveis no setor portuário, revisão de normas e critérios voltados ao meio ambiente estão entre os principais objetivos do recém-criado Comitê de Sustentabilidade da Associação de Terminais Portuários Privados (ATP). A iniciativa que ganhou o nome de “Sustentar” reúne cerca de 30 participantes que representam 15 empresas com terminais portuários privados associados à ATP.

O grupo seu reuniu pela primeira vez na quinta-feira (22) na sede da Vale no Rio de Janeiro. Entre os diversos assuntos a serem tratados pelo comitê estão a revisão da Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) nº398/2008, que altera as exigências do Plano de Emergência Individual contra vazamento de óleo no mar, e também os novos critérios de gerenciamento de água de lastro adotados pela revisão da Norma da Autoridade Marítima (Normam) nº 20 da Marinha do Brasil.

“A sustentabilidade é um tema com relação direta entre o que fazemos hoje e os impactos que deixaremos para as gerações futuras. O objetivo desse grupo é avaliar as exigências ambientais que gerem adequações para os negócios portuários privados, propor discussões e aprimoramentos técnicos”, afirma o presidente da ATP, Murillo Barbosa.
O grupo discutiu ainda a redução do percentual de enxofre no óleo bunker para redução de emissões, os índices de desempenho ambientais de terminais portuários no Brasil em relação às boas práticas mundiais e a revisão da Normam nº 25 que trata de levantamento hidrográficos e monitoramento ambiental de portos, entre outros assuntos.

O Sustentar será coordenado pela representante da Vale, Danielle Pinto, e terá como vice-coordenador Christiano Anhaia, do Porto Itapoá. Ambos estarão à frente do comitê por um período de dois anos fomentando discussões técnicas, troca de experiências e, principalmente, aprimorando a participação institucional da ATP junto aos órgãos ambientais.

do site portosenavios.com.br

Embratur apoia concessões de serviços em parques nacionais

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O ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) anunciou nesta segunda-feira (18) as sete unidades de conservação que terão serviços de apoio à visitação concessionados. Os parques nacionais reforçam o potencial global do Brasil como destino turístico, por isso, a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), presente na cerimônia de divulgação da consulta pública, aposta na abertura desses atrativos para atrair ainda mais visitantes interessados no segmento de Ecoturismo e Turismo de Aventura.

Para a presidente da Embratur, Teté Bezerra, esse é um passo importante para a valorização dos parques nacionais, o que também garantirá um aumento ainda maior do número de visitantes nacionais e internacionais. “Acreditamos que os contratos de concessão permitirão que o turista tenha uma qualidade de serviços. Isso demonstra que o País pode ir muito além do turismo de Sol e Praia e que tem a natureza como sua maior riqueza. Trata-se de um posicionamento mundial fundamental, pois somos a nação com maior potencial do mundo em atrativos naturais para o setor”, destaca.

As sete unidades de conservação terão editais para concessão de serviços como: transporte interno, alimentação, hospedagem, atividades de aventura, venda de produtos com a marca da unidade, estacionamento, entre outros.

Os editais dos parques nacionais do Pau Brasil (BA) e da Chapada dos Veadeiros (GO) já estão prontos, e devem ser lançados nas próximas semanas. Já os parques nacionais dos Lençóis Maranhenses (MA), do Itatiaia (RJ), do Caparaó (MG), de Jericoacoara (CE) e da Serra da Bodoquena (MS) passarão por consultas públicas sobre as concessões de serviços de uso público nos próximos meses 15 dias, a fim de subsidiar a construção dos seus editais.

O presidente do ICMBio, Paulo Carneiro, disse que a intenção é alavancar o turismo nas unidades de conservação. Segundo ele, o visitante elogia a unidade, mas reclama de falta de estrutura. Larissa Diehl, da coordenação de concessão e negócios do instituto, apresentou o processo de concessões. Segundo ela, as concessionárias terão bonificação por contratação de mão de obra das comunidades do entorno, e de produtos locais.

O número de visitantes em parques nacionais deve aumentar 11,5% neste ano. A estimativa é do instituto Euromonitor International, organização voltada para análises de mercado. A projeção é que, em 2018, 8,6 milhões de pessoas visitem as unidades de conservação.

Acordo de cooperação – No final do ano passado, a Embratur, os ministérios do Meio Ambiente (MMA) e do Turismo e o ICMBio assinaram um acordo de cooperação para desenvolver o turismo ecológico em unidades de conservação (UCs) federais. A medida será integrada à promoção da diversidade sociocultural e da proteção da biodiversidade nessas áreas. Além disso, a atividade ecoturística garantirá a inclusão social com a participação das comunidades situadas nas áreas de influência. Além disso, incentivará a estruturação de produtos turísticos nas regiões atendidas.

Que tal passar um dia na Reserva Volta Velha?

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Conhecer a Mata Atlântica, como funciona um viveiro florestal educador e produzir mudas de árvores nativas também fazem parte das iniciativas do Porto Itapoá, através do projeto Itapoá Sempre Verde. Desenvolvido em parceria com a Associação de Defesa e Educação Ambiental – ADEA, o projeto já iniciou as atividades desse ano e está com as inscrições abertas.

Esse projeto é desenvolvido dentro da Reserva Volta Velha, no viveiro florestal educador construído no local. Os visitantes aprendem a produzir mudas, conhecem a Mata Atlântica, fazem trilhas interpretativas e muitas outras atividades.

Iniciado no ano passado, o projeto Itapoá Sempre Verde conta com duas modalidades: a visita de alunos da rede municipal de ensino e a visita da comunidade em geral. Para esse ano, as visitas para a comunidade serão mensais: todo último sábado de cada mês, das 8h às 13h.

Para cada visita são disponibilizadas 20 vagas. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas através da Ouvidoria Social do Terminal, pelo 0800-674-558.

A primeira visita será no dia 28 de abril. Inscreva-se e participe!

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ICMBio oficializa a criação de Reserva Natural a partir da compensação ambiental do Porto Itapoá

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No dia em que se comemorou o Dia Nacional das Reservas Particulares do Patrimônio Natural – RPPNs, dia 31 de janeiro, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio, oficializou a criação da RPPN Volta Velha - Pe. Piet van der Aart, no município de Itapoá.

A Reserva aprovada pelo ICMBio tem 285 hectares e, somada a RPPN Volta Velha, já existente, totalizará 875 hectares, ou 8,75 milhões de m². A primeira área preservada já existe no município desde 1992, com 590 hectares. A RPPN é uma unidade de conservação de domínio privado, gravada com perpetuidade na matrícula do imóvel, com o objetivo de conservar a diversidade biológica.

A nova Reserva é fruto do projeto de compensação ambiental do Porto Itapoá, que, ao suprimir 28 hectares para a ampliação do terminal portuário, compensou em 10 vezes a área suprimida em forma de Reserva Natural.

A RPPN Volta Velha, a partir de agora, passa a ser uma das maiores reservas naturais particulares do Estado de Santa Catarina. No local serão desenvolvidas pesquisas científicas e visitações de cunho ambiental, além de se tornar um importante ativo ambiental do Município de Itapoá.

A parceria realizada entre o Porto Itapoá e a Associação de Defesa e Educação Ambiental – ADEA, juntamente com os proprietários da Reserva, criaram um modelo de extrema relevância para a proposta de compensações ambientais.

Esse projeto foi iniciado em 2015, quando o Porto Itapoá precisava encontrar uma área para compensar os 28 hectares de vegetação que seria suprimida em função da expansão do Terminal. Em negociações com o IBAMA e atendendo a todas as resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA, a empresa propôs uma compensação 10 vezes maior do que a área de supressão.

A ideia foi bem aceita pelo IBAMA e, após a validação do órgão, foram iniciadas as negociações com os proprietários da área e a ADEA, que elaborou e executou o Plano de Manejo – etapa preliminar e fundamental para a aprovação da Reserva pelo ICMBio.

Em 2017, com os requisitos técnicos concluídos, o projeto da Reserva foi protocolado no ICMBio e, finalmente, a portaria que formaliza a sua constituição foi publicada no Diário Oficial da União neste dia 31 de Janeiro, em que se comemora o Dia Nacional das RPPNs.

O modelo de “super-compensação” é uma proposta que visa mitigar da melhor forma possível os impactos gerados por supressão vegetal. Além disso, a decisão por concentrar essa área preservada dentro do município de Itapoá, adicionando área e infraestrutura a outra Reserva Natural já existente e ainda contígua a um Parque Municipal – Parque Municipal dos Carijós, traz um valor ainda maior para o projeto, tanto no aspecto ambiental como também nos aspectos social e econômico, pois cria um verdadeiro atrativo para a comunidade e para o público em geral.

Essa compensação adicional voluntária consiste em um entendimento do Porto Itapoá sobre a importância da conservação da Mata Atlântica para a manutenção da biodiversidade, equilíbrio do micro clima e manutenção da qualidade ambiental da região.

Ao todo, foram investidos cerca de R$ 5 milhões no trabalho de compensação ambiental do Porto Itapoá, referente a sua expansão física. Para o projeto específico da compensação que criou a RPPN foram investidos aproximadamente R$ 1,5 milhões. Os demais valores envolvem repasses à Câmara de Compensação Ambiental do IBAMA, Plano de Manejo da RPPN, dentre outros, além de programas estruturais que viabilizaram o processo.