SOS SC-417 “invade” reunião e pede obras ao governador

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A comissão SOS SC-417 aproveitou uma reunião em Araquari (SC) para falar diretamente ao governador Raimundo Colombo sobre o péssimo estrado da rodovia.

Também entregou um ofício em que pede providências do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra). A reunião, no dia 28, era o 27ª edição do Café com Autoridades foi organizada pela Associação Empresarial de Araquari e reuniu, além do governador, deputados e representantes de órgãos do Estado. O objetivo foi tratar dos investimentos na cidade, que fica a cerca de 60 quilômetros de Garuva, em especial as obras na BR-280, ligando ao Porto de São Francisco do Sul – Araquari.

Membros da Comissão, entre eles os vereadores de Garuva Oziel Fernandes Mattos – presidente da Câmara –, Helena Chaves, Celso Coelho, a cidadã usuária da rodovia Larissa e o vereador de Guaratuba Almir Troyner foram até lá.
Colombo falou sobre os investimentos previstos para Araquari e, após a explanação, perguntou aos presentes se alguém teria alguma pergunta a fazer. Oziel Fernandes Mattos aproveitou a oportunidade para falar dos problemas causados pela chamada Estrada de Garuva para os moradores de sua cidade, de Guaratuba e de Itapoá (SC).
No documento entregue ao governador, estão listadas uma série de reivindicações, entre elas a repavimentação da via, adequação da via para garantir acostamento dentro das normas técnicas de segurança, ciclovia no perímetro urbano de Garuva, autorização para instalação de faixas elevadas de pedestres, sinalização da via, retirada de vegetação e adequação da intersecção entre a SC-417 e o Contorno Sul.

Os membros da comissão ainda contaram ao governador que diversos ofícios já foram enviados à Agência de Desenvolvimento regional de Joinville e ao Deinfra e reclamara que “nenhuma atitude foi tomada por parte do Governo do Estado”.

O governador Raimundo Colombo demonstrou interesse na recuperação da rodovia e disse que, após contato com o Deinfra, dará uma resposta à comissão.

 

CorreioLitoral.com

Secretaria de Saúde de SC abre 579 vagas para enfermeiros e técnicos de enfermagem

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Oportunidades são para Grande Florianópolis, Ibirama, Joinville, Lages e Mafra. Remuneração inicial varia de R$ 2.533,80 a R$ 3.290,42.

A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina abriu 514 vagas para técnicos de enfermagem e 65 para enfermeiros. As oportunidades são para cidades da Grande Florianópolis, Ibirama, no Vale do Itajaí, Joinville e Mafra, no Norte, e Lages, na Serra.
A remuneração inicial é de R$ 2.533,80 para técnico de enfermagem e R$ 3.290,42 para enfermeiro. A jornada de trabalho é de 30 horas semanais. As inscrições devem ser feitas até 2 de agosto no site da Secretaria. Elas custam R$ 75 para nível médio e R$ 100 para nível superior. Confira mais informações no edital.
Veja as vagas por região
Grande Florianópolis
São 363 oportunidades para técnico de enfermagem e 34 para enfermeiro. O G1 entrou em contato com a secretaria para saber para quais cidades as vagas são destinadas, mas não recebeu retorno até a publicação desta notícia.
Joinville
São 95 vagas para técnico de enfermagem e 16 para enfermeiro.
Lages
São 30 vagas para técnico de enfermagem e cinco para enfermeiro.
Ibirama
São 15 vagas para técnico de enfermagem e cinco para enfermeiro.
Mafra
São 11 vagas para técnico de enfermagem e cinco para enfermeiro.

G1 SC

Lar Renascer acolhe gestantes e mães em situação de risco

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irmas

Localizado no bairro Iririú, em Joinville, e administrada pelas Irmãs Carmelitas Mensageiras do Espírito Santo desde 2012, casa já abrigou 78 mulheres neste período.

Um grupo de seis freiras trabalha diariamente para garantir o direito da crianças nascerem com dignidade. A Casa da Gestante da Associação Beneficente Renascer, no bairro Iririú, abriga gestantes, mães até três meses após o parto e seus filhos menores em situação de vulnerabilidade. Muitas destas mulheres foram abandonadas pelas famílias ou por seus companheiros.

Desde 2012, as Irmãs Carmelitas Mensageiras do Espírito Santo administram a casa. Elas explicam que oferecem ¿todo apoio social, material e espiritual¿. O atendimento na casa se dá por meio do encaminhamento dos diversos órgãos governamentais e não governamentais e também de forma espontânea.

A irmã Ana Maria Assis Scalco afirma que elas trabalham pela preservação da vida e numa luta contra o aborto, que poderia ser visto como única saída para algumas mulheres em condição de desamparo. Elas também ajudam as mulheres atendidas na busca de seus direitos, com orientações e encaminhamento a programas de assistência social. Desde 2012, quando assumiram a associação, 78 mulheres já foram abrigadas ali. Atualmente, há três gestantes no local.

Para serem abrigadas, as gestantes precisam ter mais de 18 anos, aceitar as normas da casa, ter disciplina e respeito, participar dos eventos promovidos pela associação e não ter contato com seus ex-companheiros. Durante o dia, elas fazem os serviços domésticos da casa e participam de atividades religiosas. Segundo as irmãs, gestantes de outras cidades também são recebidas na Casa da Gestante.

Jane, de 25 anos, é uma das mamães que moram na casa. Grávida de sete meses, ela aguarda a chegada da filha ao lado do filho de três anos. Sem familiares em Joinville, desempregada e sem conseguir vaga na creche para o filho mais novo, ela vê na Casa da Gestante um bom lugar para ficar e recomeçar a vida.
O Lar Renascer é uma instituição de acolhimento não governamental e sem fins lucrativos, reconhecida nos âmbitos municipal, estadual e federal e classificada como proteção social especial de alta complexidade. Entre os valores da associação estão o respeito à vida, ao ser humano; o respeito ao vínculo familiar e à individualidade; e a defesa dos direitos básicos e da cidadania das crianças e adolescentes.

No início, na década de 1980, o trabalho era de um grupo que orientava e acolhia meninas em condição de prostituição. Em 1988, nasceu a Associação Beneficente Renascer. Com o passar do tempo, a associação definiu seu foco: trabalhar com gestantes e seus filhos que se encontram em risco social e com possibilidade de doação ou abandono destes filhos.

Para manter o trabalho que é referência não apenas no bairro Iririú, mas na cidade também, a entidade conta com a contribuição de amigos e benfeitores. Se você deseja contribuir, pode fazer por meio de depósito em conta bancária: Banco do Brasil / agência 5214-0 / conta 1.019.310-3 / Associação Beneficente Renascer.

No próximo dia 12 de agosto, as Irmãs Carmelitas promoverão também a 6ª Feijoada Solidária do Lar Renascer – Casa da Gestante. A feijoada custa R$ 20 e será servida na Comunidade Papa João 23, na rua Alexandre Dumas, 120, no bairro Iririú, a partir das 11h30. Mais informações pelos telefones (47) 3437-2833, 99992-0690 ou 3227-7910.


A Notícia
Foto: Salmo Duarte / Agencia RBS

Greve geral contra as reformas de Temer nesta sexta

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Um novo dia de Greve Geral está convocado para esta sexta-feira (30/6) contra as Reformas da Previdência e Trabalhista. Os servidores municipais de Joinville participam paralisando suas atividades durante todo o dia, com concentração às 9 horas, na Praça da Bandeira. A comunidade está convidada a participar.

Trâmite das reformas

A Reforma Trabalhista segue rápida para ser aprovada pelo Senado. Ela precisa passar por três comissões, sendo que a segunda delas – a Comissão de Assuntos Sociais – rejeitou a matéria em 20/6. Mesmo assim, o trâmite do projeto continua normalmente e ele deve ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça nesta quarta (28/6), devendo ser votado em Plenário antes do recesso de julho dos parlamentares. Caso seja aprovado pela maioria dos senadores, bastará apenas a sanção de Michel Temer.

O projeto de Reforma Trabalhista altera mais de 200 artigos da CLT e retira vários direitos. Permite, por exemplo, a supressão de intervalo de descanso, o trabalho intermitente – que é aquele em que o trabalhador só recebe pelas horas que efetivamente trabalhar, sem remuneração de descanso e férias. Legaliza que gestantes trabalhem em ambientes insalubres, que as férias sejam divididas em três vezes e que as jornadas cheguem a até 12 horas diárias. O pior de tudo, no entanto, é a instituição do conceito do negociado sobre o legislado, que significa que um sindicato pelego – ou um representante dos trabalhadores escolhido pelo patrão – pode acordar com a empresa a perda de muitos mais direitos hoje garantidos em lei.

Já a Reforma da Previdência permanece aguardando votação na Câmara dos Deputados. A decisão ainda não ocorreu porque esta é uma Proposta de Emenda à Constituição e precisa do voto de três quintos dos deputados para ser aprovada. Com o enfraquecimento cada vez maior do governo Temer, que conta com apenas 3% de aprovação e está submerso em escândalos de corrupção, os defensores da Reforma analisam com calma o melhor momento para votar. Ainda assim, a previsão do governo é que ela seja aprovada em agosto.

Após a inclusão de emendas dos deputados, o projeto ainda representa o desmonte da Previdência. Para o Sinsej, ele precisa ser rejeitado na íntegra, não remendado. No atual estágio, o projeto continua prevendo que tempo mínimo de contribuição para ambos os sexos suba dos atuais 15 para 25 anos. Para ter direito a 100% da média dos salários, homens precisarão trabalhar até os 65 anos e mulheres até os 62. Trabalhadores rurais ainda terão aumento no valor da contribuição e no tempo de serviço. O valor do reajuste das aposentadorias de servidores inativos deixa de estar vinculado ao dos ativos. O recebimento da pensão por morte torna-se mais difícil, por menos tempo e com menor valor. E tudo isso ainda não representa a totalidade dessa Reforma. Essa PEC significa dizer que muitos brasileiros morrerão sem se aposentar ou terão um benefício de fome.


SINJEJ

 

Servidores estaduais em educação de Joinville paralisam suas atividades no dia 30

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Em decisão unânime tomada na assembleia estadual da categoria, servidores em educação de Joinville paralisam suas atividades no dia 30 de junho.

Os trabalhadores são contra a Reforma da Previdência, a Reforma Trabalhista, a Reforma do Ensino e as terceirizações. Entre as pautas locais, encontram-se o recreio monitorado e o “Sábado da Família”.

Ainda no dia 30 de junto, os servidores em educação de Joinville realizam uma assembleia às 14 horas, na sede do Sinsej - Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Joinville e Região.

A paralisação acontece na Praça da Bandeira.

 

Sinte/Joinville