Caranguejo gigante chama atenção na Barra do Saí

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Nos últimos dias, muitas pessos têm divulgado fotos do que, ao que tudo indica, é um novo atrativo turístico no município de Itapoá, mais precisamente a Barra do Saí. Trata-se de um grande caranguejo de concreto, produzido com muito esmero por um artesão potiguar, em frente a um escritório imobiliário localizado naquele bairro.

Quem explica como surgiu a ideia é o corretor de imóveis Guilherme Oliva Flores. Ele conta que, em 2013, seu pai Juliano Oliva (também corretor) e sua mãe Marineide, visitaram Natal (RN), onde se encantaram com a beleza e com as esculturas feitas nos pontos turísticos. Poucos anos depois, eles retornaram para lá com um irmão e a cunhada de Juliano (Júlio e Ieda). Mais uma vez, as esculturas despertaram a atenção e o corretor teve a ideia de trazer essa arte para Itapoá.

A partir daí, Juliano Oliva passou a procurar o artesão e alguns dias depois, encontrou Guilherme da Silva Ferreira, 37 anos, mais conhecido como "Índio Artesão". O artista, já de cara, mostrou-se muito interessado em trazer sua arte para Itapoá. Ele queria conhecer o Sul do País.

Natural de Nísia Floresta (RN), Índio Artesão é muito conhecido no Rio Grande do Norte, estado em que se profissionalizou como artista aos 18 anos de idade e desenvolveu obras importantes, como o Galo Brando de Dona Neném, símbolo do folclore e do artesanato de São Gonçalo do Amarante e que deu muito trabalho ao escultor, devido aos 15 metros de altura. Índio realizou grandes obras, também, no Aquário Zona Norte de Natal. Ao todo, até hoje, ele já produziu cerca de 3 mil trabalhos de todos os tamanhos. "Tem obras minhas que foram até para o exterior", conta o artesão, que faz arte em cimento, argila, pedra sabão, madeira e escultura na areia da praia.

O artista se orgulha de uma grande conquista profissional, que foi ter sido escolhido pelo governador do Estado do Rio Grande do Norte para fazer a fachada de entrada de São José de Mipibú, cidade daquele estado, que recebeu a tocha olímpica ano passado (2016). "Em vista de tudo isso, tínhamos a certeza de que ele seria o artista certo para realizar essa obra em Itapoá", comentou Guilherme Oliva Flores.

Após dias de intenso trabalho, o caranguejo batizado pelo próprio artesão como Caranga, ficou pronto e tem sido muito visitado e comentado. "Ficamos muito felizes com a repercussão que a obra tomou. Fomos parabenizados pelos moradores e turistas. após a inauguração, muitas pessoas passaram por ela para admirar a beleza, o capricho e tirar fotos. O Caranga é nosso mascote, mas o maior objetivo é que as pessoas venham para Itapoá e registrem seus momentos felizes aqui levando essa obra para fora como mais um ponto turístico de Itapoá", explicou Guilherme. "Agora, estamos com o projeto de outra obra na Barra e logo teremos mais uma escultura", conclui.

O caranguejo está localizado em frente ao escritório imobiliário localizado na Avenida Dom Henrique II, nº 1.972.

 

Tribuna de Itapoá - Thiago Gusso
Legenda Foto: Thauani Zanetti, Índio Artesão e Guilherme Oliva Flores

13º Festival Gastronômico de Joinville

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O melhor da gastronomia, preços especiais e duas opções de prato principal no 13º Festival Gastronômico de Joinville.

Começa nesta quarta-feira (9/8), em 25 restaurantes, o 13º Festival Gastronômico de Joinville – Edição Inverno 2017. Até 27 de agosto, joinvilenses e visitantes têm a oportunidade de conferir o melhor da gastronomia da cidade a preços especiais. A promoção é da Câmara Setorial de Gastronomia e Entretenimento da CDL.

Além de oferecer pratos e preços diferenciados durante os 19 dias do festival, a 13ª edição do evento vem com uma novidade. Cada restaurante participante oferecerá menus compostos por uma entrada, uma sobremesa e, desta vez, duas opções de prato principal e de preço: uma custará R$ 39,00 e a outra, R$ 54,00.

 

Albertina Camilo
Assessoria de Imprensa - CDL de Joinville

25ª Festa da Tainha promete diversão para todos os públicos

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FESTA DA TAINHA 25

Festa da tainha é uma das mais importantes manifestações culturais do litoral norte.
Conheça o Balneário Barra do Sul, que comemora 25 anos com Festa da Tainha.

A riqueza de um povo se deve, em grande parte, à diversidade e à qualidade de suas manifestações culturais. Resgatar, preservar estimular e valorizar a cultura local têm sido algumas das metas do Balneário Barra do Sul.

A antiga vila de pescadores do litoral catarinense possui uma história intimamente ligada ao mar. De localidade sem energia elétrica, transporte coletivo ou estradas pavimentadas, o desenvolvimento chegou aos poucos, incentivado pelo turismo de praia e pela pesca artesanal e esportiva.

A relação com o mar é também é visível na culinária baseada em peixes e frutos do mar. Em 1993, ela se tornou ainda mais forte quando a emancipação do município trouxe consigo a primeira Festa da Tainha. Desde então o evento acontece todos os anos, entre os meses de Junho e Julho, e chega a receber 100 mil visitantes durante os dias da festa.
Atualmente a Festa é uma das mais importantes manifestações culturais da região. Todos os anos, se reinventa e se fortalece gerando emprego, renda e qualidade de vida para a comunidade e diversão para quem visita.

25ª Festa da Tainha promete diversão para todos os públicos
Neste ano, a 25ª edição da Festa da Tainha acontece entre os dias 5 e 10 de julho e promete seis dias de muita diversão e gastronomia típica de alta qualidade tendo, é claro, a tainha como ingrediente principal.

Uma megaestrutura está sendo montada na cidade para proporcionar ao público segurança e conforto. Este ano, o show principal fica por conta de Guilherme e Santiago. Além da dupla, o público pode curtir outras atrações do universo sertanejo, do pagode, funk, reggae, rock e até do pop rock.

A festa também conta com feiras e exposições artesanais, apresentações culturais, programação infantil com apresentação circense e parque de diversões e baile para a terceira idade.

 

Confira a programação completa da 25ª Festa da Tainha de Balneário Barra do Sul


Dia 05/07/2017 – QUARTA-FEIRA
18h00 – Abertura dos stands
18h00 – Abertura praça de alimentação
20h00 – Abertura da Festa (Principal)
20h30 – Festival Gospel com Kleber Lucas (Principal)

 

Dia 06 – QUINTA-FEIRA
17h00 – Abertura dos stands
18h00 – Abertura praça de alimentação
20h00 – Eleição da Rainha (Principal)
22h00 – SHOW Banda Explosão (Principal)

 

Dia 07 – SEXTA-FEIRA
10h00 – Abertura dos stands
11h00 – Abertura praça de alimentação
12h00 – Acústico Jasco (rádio festa)
18h00 – Apresentação Cultural Danças Urbanas Grupo MDR (Alternativo)
18h30 – Apresentação Cultural Companhia de Dança Paulo Cezar Ramos (Alternativo)
19h30 – Apresentação Cultural Coral Dom Maior dos Alunos da APAE (Alternativo)
20h00 – Banda RAIZ VITAL (Alternativo)
23h00 – SHOW com MC PAULISTA (Principal)
00h00 – SHOW de Rock com “THESE DAYS” (Principal)
02h00 – SHOW com CHRISTIAN E CRISTIANO (Principal)
00h30 – DJ OP CLUB (Alternativo) entra 30 min após inicio de cada show

 

Dia 08 – SÁBADO
10h00 – Abertura dos stands
11h00 – Abertura praça de alimentação
12h00 – Acústico Chipas (rádio festa)
14h00 – Apresentação Cultural Soldados de Cristo (Alternativo)
14h45 – Apresentação Cultural Grupo Impacto (Alternativo)
15h00 – Apresentação Cultural Companhia de Dança Paulo Cezar Ramos (Alternativo)
15h00 – Apresentação circense Gipsy Circus (Principal)
16h00 – Apresentação Cultural Escola de Musica Christian Rafael de Oliveira (Alternativo)
16h30 – Apresentação Cultural Grupo Mocinhas da Cidade (Alternativo)
17h30 – Apresentação Cultural Tribo indígena Bal. Barra do Sul (Alternativo)
18h00 – Apresentação Cultural Casa da Cultura com Grupo de Cantoria Cante e Encante (Alternativo)
18h30 – Apres Cultural + Educação e Casa da Cultura com Danças Populares (Alternativo)
19h00 – Apresentação Cultural Cras e Casa da Cultura com Dança Pau de Fita (Alternativo)
19h30 – Apresentação Cultural Casa da Cultura + Educação com Boi de Mamão (Alternativo)
20h00 – Nicolas Luka (Alternativo)
22h00 – SHOW Banda Santa Negra POP Rock Reggae (Principal)
22h30 – Banda Cloriformitos (Alternativo)
00h00 – LÉO MATTOS (Principal)
02h00 – SHOW COM KATINGUÊLE (Principal)
01h30 – DJ Bruno (Alternativo) entra 30 min após inicio de cada show

 

Dia 09 – DOMINGO
10h00 – Abertura dos stands e abertura praça de alimentação
11h00 – Apresentação Cultural (Alternativo)
12h00 – Acústico Alemão Goulart (rádio festa)
14h30 – Apresentação Cultural Companhia de Dança Paulo Cezar Ramos (Alternativo)
15h30 – Apresentação Cultural de Dança Patrícia Dauchau (Alternativo)
16h00 – Apresentação Cultural Casa da Cultura com Grupo de Cantoria Cante e Encante(Alternativo)
16h30 – Apres Cultural + Educação e Casa da Cultura com Danças Populares (Alternativo)
17h00 – “FROZEN, uma aventura congelante” – Infantil (Principal)
17h00 – Apresentação Cultural Cras e Casa da Cultura com Dança Pau de Fita (Palco Alternativo)
17h30 – Apresentação Cultural Casa da Cultura + Educação com Boi de Mamão (Palco Alternativo)
18h00 – Banda ETC E TAL (Alternativo)
19h00 – THAUANA PRESTES (Principal)
21h00 – SHOW com GUILHERME E SANTIAGO (Principal)

 

Dia 10 – SEGUNDA
10h00 – Abertura dos stands e abertura praça de alimentação
14h00 – Baile da 3ª Idade – Juliano e seus Teclados (Principal)
17h00 – Banda Contato Musical (Principal)
22h00 – Baile com Banda São Francisco (Principal)

G1 SC

Sabores da Colonização Alemã, 13º Festival Gastronômico de Ponerode

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'É uma oportunidade de experimentar receitas raramente encontradas em restaurantes', diz diretora executiva da Fundação Cultural de Pomerode.

A partir de quarta-feira (5), Pomerode recebe o 13º Festival Gastronômico, que este ano tem como tema "Sabores da Colonização Alemã". O evento no Vale do Itajaí conta com a participação de 11 restaurantes e cerca de 80 pratos.

POMERODE
De acordo com a organização, os estabelecimentos vão oferecer releituras de pratos tradicionais de famílias da cidade.
“Os imigrantes alemães adaptaram suas receitas aos ingredientes que conseguiam produzir no solo e clima brasileiros, criando uma cozinha de fusão única de Pomerode”, afirma a diretora executiva da Fundação Cultural de Pomerode, Ivone Lemke.
O festival vai até 16 de julho no Pavilhão Municipal de Eventos, que abre às 18h, com exceção dos domingos, quando a programação começa às 11h.
De segunda a quarta, a entrada gratuita. De quinta a domingo, o ingresso custa R$ 5 e R$ 2,5 a meia-entrada.
“É uma oportunidade de experimentar receitas raramente encontradas em restaurantes, feitos com ingredientes como taiá e mangarito, ou o tradicionalíssimo pão de cará, icônico da colonização alemã”, conta Ivone.
Além dos pratos, o evento também terá carta de vinhos e chopes produzidos por cervejarias locais. O glühwein, bebida quente feita com vinho, também será comercializado.
A programação ainda conta com cinco grupos folclóricos da cidade que vão se apresentar diariamente com danças que retratam hábitos e costumes dos pomeranos.

Veja alguns pratos:
Falscher Hase - R$ 40
Tradicional Bolo de carne bovina com ovo, temperos e condimentos. Acompanha purê de batata doce e legumes na manteiga dourada com farinha de rosca.
Fleischrouladen - Bife a rolê - R$ 38
Enrolado de carne bovina e vegetais, refogado com cerveja preta. Acompanha repolho roxo e aipim com toucinho.
Oma Starke - R$ 29
Nhoque de batata doce com carne de panela desfiada.
Klopse - R$ 25
Bolinhos de carne bovina com especial tempero colonial.
Sahnehering - R$ 25
Filé de sardinha em creme tradicional preparado com nata, maionese, finas rodelas de cebola e fatias de maçã. Acompanha pão caseiro.
Huhn im Bier - R$ 20
Frango na cerveja servido com purê de batata.
Wurstbrot mit Joghurt - R$ 18
Patê de linguiça com iogurte acompanhado de pão caseiro.
Pato à moda da Oma - R$ 48
Carne de pato (coxa, sobrecoxa e peito) confitada. Acompanha aipim frito, spätzle, repolho roxo e molho de pato.
Heringsbrot colonial - R$ 18
Sardinhas frescas marinadas no limão com especiarias e fatias de ovo cozido servidas em fatias de pão de cará e pão de cerveja.
Entenbraten mit Semmelknödel, Rotkohl und gebratenen Äpfeln - R$ 46
Coxa e sobrecoxa de marreco assada no forno. Acompanha tradicional nhoque alemão, molho do marreco, repolhoroxo agridoce e rodelas de maçã assadas.
Hühnergeschmortes - R$ 26
Galinha caipira na panela de ferro. Acompanha aipim.
Krauttaschen - R$ 35
Trouxinha de repolho com carne moída. Acompanha purê de batata doce.

G1 SC

Saiba como foi a primeira caminhada de Santiago de Compostela em Florianópolis

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Uma parte usava botas de trilhas, bastões e ostentava orgulhosa apetrechos do longo Caminho de Santiago de Compostela, importante rota de peregrinação cristã na Espanha. Outra, usava tênis de corrida (alguns mais corajosos estavam de chinelos), improvisava vassouras como cajados e pouco sabia sobre o percurso na Europa. Essa mistura resultou em um grupo de 500 pessoas que na última quinta-feira fez o Caminho Brasileiro em Florianópolis pela primeira vez, trecho que a partir de agora complementa a rota oficial.
Com perfis tão distintos, o objetivo era comum: concluir os 21 quilômetros entre os bairros Canasvieiras e Ingleses, no Norte da Ilha de Santa Catarina. Desde a partida na Igreja Nossa Senhora de Guadalupe, o caminho escancarou sua principal característica: é democrático, aberto a qualquer um. O único pré-requisito é ter preparo físico para enfrentar algumas subidas íngremes e superar trechos que exigem até o apoio de cordas para evitar escorregões. A quilometragem se soma ao sol, trilhas em meio à mata, caminhadas na areia e, como não poderia deixar de ser em Florianópolis, paisagens que compensam o esforço.
Um dos ditados mais conhecidos entre os peregrinos é que o caminho de Santiago se começa sozinho, mas nunca se termina só. E foi isso o que se viu na caminhada inaugural da Capital. Embora fosse uma multidão, cada um chegou ali por um motivo. O aposentado Valmor dos Santos, 66 anos, que nasceu em Canasvieiras, nunca tinha escutado falar da peregrinação. Assistiu a uma matéria na televisão, resolveu fazer para conhecer a trilha e ter uma atividade diferente no bairro em que mora. Para Lisandra Aliprandini, 30, o significado era mais introspectivo. Emocionada, ela conta que fez o trajeto para encerrar um ciclo, "deixar o passado para trás e começar um novo caminho".
Durante o trajeto, era comum a troca de experiências. Muitos compartilhavam a rota que fizeram na Espanha. Em cada uma das quatro igrejas do trajeto, os peregrinos paravam para carimbar as credenciais e comprovar a conclusão do trecho. O aposentado Brasílio Ricardo da Silva, 70, fez o trajeto cinco vezes e já planeja a próxima viagem à Europa.– Enquanto tiver pé e cabeça vou continuar a fazer o caminho. É uma energia que tem lá que faz a gente voltar, independente da religião.
O mais novo do grupo era o pequeno Lorenzo, nove anos, que acompanhava os pais Aluísio e Carolina Selhorst. Acostumado a longas caminhadas, o menino de Blumenau conta empolgado dos trajetos feitos em outras cidades, como Urubici. Um dia deve seguir os passos dos pais, que também já fizeram a rota histórica na Espanha e planejam refazer em breve. Todos impõem seu ritmo, se ajudam nos trechos mais difíceis e depois de um tempo seguem em silêncio. Após concluir o trajeto, o aposentado Nelson Honjo, 76, que veio de Curitiba para fazer os 21 quilômetros e que já percorreu 11 vezes o Caminho de Santiago, resume porque a rota é tão especial:
— No caminho todos são iguais. Você pode ser doutor, uma pessoa importante, mas para todos dá cansaço, dá cãibra. E isso nivela o ego das pessoas.
Depois de cerca de seis horas de caminhada, independente de usar um bastão ou vassoura, o cansaço dá espaço ao agradecimento. E muitos, mesmo aqueles que sequer conheciam a rota de peregrinação, já planejam os próximos carimbos, dessa vez na Espanha.
Tire suas dúvidas
Por que um caminho de Santiago em Florianópolis
O Caminho de Santiago de Compostela é uma das mais importantes rotas de peregrinação cristã e tem como destino a Catedral de Santiago de Compostela. Para conseguir o certificado, é exigido percorrer, no mínimo, 100 quilômetros a pé ou a cavalo, ou então 200 de bicicleta, até o ponto final na Espanha, onde estão os restos mortais do apóstolo São Tiago. No final de 2016, foi aberto para que outros lugares do mundo realizassem um trecho para completar o restante entre La Coruña e Santiago. Assim, em Florianópolis foi criado o, segundo a associação catarinense e os idealizadores, primeiro trecho integrado à rota oficial nas Américas.
Quando fazer a caminhada
O caminho é público e pode ser percorrido por qualquer pessoa em qualquer época. Para ser reconhecido para obtenção da Compostela (certificado do caminho na Espanha), o peregrino deverá obter os carimbos junto às quatro igrejas integrantes do trajeto numa credencial oficial. As igrejas funcionam em horário comercial durante a semana. Para adquirir a credencial, entrar em contato com a associação catarinense pelo email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . O preço é R$ 15.
Grau de dificuldade: de média para alta.
O que usar: é recomendável o uso de botas de trilha, roupas confortáveis, boné ou chapeú e uma pequena mochila.
O que levar: água e lanche e frutas para consumo durante a caminhada, além de protetor solar e repelente.
Sinalização: provisória. Em alguns pontos as setas amarelas estão pintadas na rua, rancho de pescador e há fitas amarelas amarradas em árvores. Importante levar as orientações disponíveis nosite, pois é fácil de perder do caminho oficial.


Confira o trajeto:
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Por dentro do trajeto


O que é o Caminho de Santiago de Compostela
A história oficial relata que em 813, um pastor de nome Pelaio teria sido guiado por uma milagrosa "chuva de estrelas" que indicava a localização de um túmulo, que depois foi anunciado como de São Tiago Maior, apóstolo de Jesus e irmão de São João Evangelista. Nos anos seguintes, o caminho se tornou uma importante rota de peregrinação cristã e possui diversas rotas, algumas saindo da França e Portugal. São pelo menos 12 trajetos oficiais. O chamado caminho francês, um dos mais populares, conta com 775 quilômetros. Para conseguir o certificado, é exigido percorrer, no mínimo, 100 quilômetros a pé ou a cavalo, ou então 200 de bicicleta, até a Catedral de Santiago de Compostela, na Espanha, onde estão os restos mortais do apóstolo. Em 2016, a rota, que é Patrimônio da Humanidade, recebeu 277,8 mil peregrinos.
Com o tempo, Compostela desenvolveu as próprias tradições, como o da concha (chamada de Vieira) e a seta amarela, que ajudam a orientar os peregrinos durante o trajeto. Outro item é a credencial do peregrino que serve para receber os carimbos em cada local que o participante passa. No final do trajeto, na Catedral de Santiago de Compostela, o viajante recebe o certificado oficial do peregrino.


Diário Catarinense